Filme: Uma Manhã Gloriosa

Esse texto foi escrito pela minha amiga super querida Débora Kelly. Aproveitem.

Uma manhã gloriosa é uma comédia romântica não tão preocupada com o romance assim.

Em primeiro plano, conta a história de uma produtora de televisão, Beck Fuller (Rachel McAdams) que é demitida do seu emprego e consegue outro em uma emissora decadente em que tem a função de salvar seu novo programa ‘Day Break’ em poucos dias.

A atuação de McAdams é empolgante, poucas vezes vi uma personagem envolver tanto o expectador e o levar a se apaixonar por ela. Tem um roteiro legal, a atuação de Harrison Ford também traz credibilidade com um personagem sisudo e até mesmo chato em certas cenas. Diane Keaton também não fica atrás, ela consegue trazer leveza ao filme com um toque inteligente de comédia principalmente nos diálogos ácidos com o personagem de Harrison Ford. E acontece o típico, eles se odeiam e depois se amam.

O romance em si fica como pano de fundo da trama. A missão de Beck é conseguir colocar a vida pessoal e profissional nos eixos. A personagem passa por altos e baixos, sofre muita pressão de todos os lados. Em alguns momentos a gente jura que ela vai chorar e desistir de tudo, mas ela mostra uma persistência empolgante e no fim consegue aumentar os índices de audiência do programa, equilibrar seu romance com o personagem de Patrick Wilson e acalmar os ânimos dos personagens de Harrison Ford e Diane Keaton, fazendo-os apresentar o Day Break e fazer dele um bom programa matinal.

Vale a pena conferir ‘Uma manhã gloriosa’ na certeza de um filme leve, empolgante e inteligente, com a atuação brilhante de Raquel McAdams.

Veja o trailer:

Indecisa, hiperativa, irônica e talentosa. Débora Kelly é uma historiadora de 20 anos (um prodígio). Amante dos livros e da música, ela carrega um violão pálido que fica pendurado na parede rosa do quarto, é com ele que a Kelly costuma passar as noites sem sono. Dona do próprio nariz (ou quase isso), cogita a possibilidade de começar a pós-graduação em alguma coisa que ela ainda não sabe o que é. Na verdade, o que ela queria mesmo era colocar uma mochila nas costas e viajar esse Brasilsão cantando aquela música que ela compôs no violão pálido que fica pendurado na parede rosa do quarto. 

@DeboraKellycs

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